untitled
viviti
untitled
viviti

 

   
O limite da tolerância.
Não tarda até que se finde
o que era imaginado viver.
Um viver de dilemas e tormentos
a arrefecer pouco a pouco
sem saber quando terminar.
O limite das linhas imaginárias
que o vento trazia em brandas
brisas...a ilusão...
intocável...insensível...
O limite do desassossego
do comodismo sarcástico
de uma sensação utópica,
víl...de sabor amargo.
O limite do querer.
Não tarda até fartar
as controvérsias de palavras
de outrora e de agora.
Agora?
Agora...o limite feito vulcão,
entra em erupção e jorra
boca afora o cansaço
do maldito descaso,
do cinísmo corruptível,
da estupidez alheia...
Fermentada da frieza
que manipula a carência...
e depois...joga fora
sentimentos amassados...
vomitados no nó de cada
lágrima arrancada dos sonhos
O limite do recluso...
faz calar por opção,
faz viver a solidão,
faz amar nos quatro cantos
dos limites do meu sonho.
   

 

 

 

 

 

 

|além-mar|amor[tece]dor|direito de pedir|dominação|lágrima insólita|o que faço|sem medidas|
|hoje|ser mulher|conjectura|a cabana|felicidade|nos em amor|album da minha vida|luzes|
|versos loucos|fluidos virtuais|saudade mae|vida e morte|ociosidade|loucos beijos|in natura|
|o tempo|coma|barra velha|pensamentos|testamento|maldita lingua|o grito|
|o poeta nao morre|maldita lengua-castellano|amedrontada|vida de inseto|

--

Web Hosting · Blog · Guestbooks · Message Forums · Mailing Lists
Easiest Website Builder ever! · Build your own toolbar · Free Talking Character · Email Marketing
powered by a free webtools company bravenet.com